segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Jesus aperfeiçoa a Lei de Moisés

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“OS CRISTÃOS SEGUEM UM NOVO ESTILO DE VIDA BASEADO NO AMOR E NA SOLIDARIEDADE”

O seguimento de Jesus sempre será um grande desafio. Podemos perceber que existem duas filosofias ou formas de vida na sociedade: os que vivem em função de si mesmos e os que acreditam na proposta solidária de Jesus. Ter fé é superar-se a si mesmo para concretizar na vida a proposta de Jesus. O evangelho deste domingo é um desafio maior. É um passo mais adiante do que o normal. O cristão não é um mero espectador de produtos propostos pela mídia. Ele deve construir um mundo diferente. Dar testemunho da alegria da presença de Jesus Cristo vivo no meio de nós.

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EVANGELHO (Mt 05, 20-22.27-28.33-34.37):
Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: “Se a vossa justiça não for maior que a justiça dos mestres da lei e dos fariseus, vós não entrareis no reino dos céus. Vós ouvistes o que foi dito aos antigos: ‘Não matarás! Quem matar será condenado pelo tribunal’. Eu, porém, vos digo: todo aquele que se encoleriza com seu irmão será réu em juízo; quem disser ao seu irmão ‘patife!’ será condenado pelo tribunal; quem chamar o irmão de ‘tolo’ será condenado ao fogo do inferno. Ouviste o que foi dito: ‘Não cometerás adultério’. Eu, porém, vos digo: todo aquele que olhar para uma mulher com o desejo de possuí-la já cometeu adultério com ela em seu coração. Vós ouvistes também o que foi dito aos antigos: ‘Não jurarás falso’, mas ‘cumprirás os teus juramentos feitos ao Senhor’. Eu, porém vos digo, não jureis de modo algum: nem pelo céu, porque é trono de Deus. Seja o vosso ‘sim’ ‘sim’ e o vosso ‘não’ ‘não’. Tudo o que for além vem do maligno”.

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“Se a vossa justiça não for maior que a justiça dos mestres da lei e dos fariseus, vós não entrareis no reino dos céus”.

A novidade que Jesus nos apresenta supera o que se tentava viver na lei de Moisés. É algo mais profundo e exigente. Talvez por isto que a sociedade tenha dificuldade para entender a Igreja que nos traduz a Palavra de Deus para os nossos tempos. Por que somente a Igreja é perseguida pela mídia? Quando nos aprofundamos no que Jesus nos propõe deixamos de ser consumistas de coisas inúteis. Podemos dizer que saímos dos trilhos do que a sociedade nos propõe e começamos a perceber o que é útil e o que é inútil para nossas vidas.
Jesus fez o máximo para nós. Ele é o Verbo de Deus e sofreu uma morte horrível para que nós pudéssemos ter vida. Quando começamos a meditar esta realidade as coisas do mundo passam a ser relativas e queremos concretizar em nossa vida os valores que o Senhor nos apresenta. Jesus foi radical consigo mesmo em seu plano de amor. Da mesma forma devemos ser radicais com o anúncio do Reino. Não podemos ter medo, pois logo não estaremos mais neste mundo.
No evangelho Jesus nos fala que ele não veio abolir o que já tinha sido revelado aos antigos, mas veio trazer uma maior perfeição em sua interpretação. A partir deste momento iremos viver o amor exigente. A nossa opção não pode ser misturada com outros pensamentos. Os cristãos de verdade não aceitam as coisas fáceis que o mundo apresenta. Na realidade somos convidados a viver o martírio. Um testemunho que muitas vezes nos levará a marginalidade da sociedade. Estamos no mundo, mas não somos do mundo.
Jesus exige que nossa palavra seja autêntica e que nós sejamos amantes da verdade. A pessoa verdadeira reluz em meio a este mundo marcado pela mentira das satisfações momentâneas. Na realidade estamos em uma batalha em favor do bem contra o mal. Este mal que está no mundo muitas vezes aparenta um bem por esta razão devemos recorrer constantemente ao Divino Espírito Santo para que nos ajude a superar tudo o que é passageiro e buscar as coisas de Deus que não irão passar jamais.

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“Senhor Jesus, precisamos de sua ajuda para superarmos o nosso egoísmo e praticarmos o bem em nossa vida.”




domingo, 29 de janeiro de 2017

Cristão, sal e luz do mundo.

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“O TESTEMUNHO DOS CRISTÃOS É FONTE DE TRANSFORMAÇÃO DA REALIDADE”.

O grande desenvolvimento do mundo moderno, os avanços tecnológicos em todas as áreas, nos interroga profundamente sobre a nossa missão de cristãos dentro do mundo. Qual é a finalidade de nosso batismo? O que poderemos fazer para que o mundo seja melhor? Neste V Domingo do Tempo Comum, Jesus nos apresenta uma grande lição: o cristão vale mais pelo seu ser do que pelo seu fazer. Nós marcamos a história pelo nosso jeito, pela bondade dentro da maldade. Ser sal e luz é transformar a realidade de um estágio de egoísmo para um estágio de altruísmo. Devemos transbordar de alegria da paz que sentimos em nosso coração por nossa amizade com Jesus que supera nossas limitações e nossa dor.


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EVANGELHO (Mt 05, 13-16):

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: “Vós sois o sal da terra. Ora, se o sal se tornar insosso, com que salgaremos? Ele não servirá para mais nada, senão para ser jogado fora e ser pisado pelos homens. Vós sois a luz do mundo. Não pode ficar escondida uma cidade construída sobre um monte. Ninguém acende uma lâmpada, e a coloca debaixo de uma vasilha, mas sim, num candeeiro, onde brilha para todos que estão na casa. Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e louvem o vosso pai que está nos céus”.

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“Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e louvem o vosso pai que está nos céus”.

A missão do que adere ao plano de Jesus é dar testemunho de sua fé. Este testemunho é uma luz no meio das trevas. É um sal que modifica profundamente o sabor dos valores que o homem busca. É uma mudança radical de vida que nasce desde dentro da pessoa. Testemunhamos o que brota do fundo de nosso coração. Se formos bons de coração esta bondade sai de nós mesmos e nosso sorriso em meios as angústias que passamos passa a ser fonte de transformação.
O mundo necessita de santos. De pessoas que tenham um ideal forte. Uma fé viva que transforme a realidade. Buscar a santidade não é algo impossível, mas sim o dever de cada cristão que percebe o imenso valor de sua consagração batismal. Nunca podemos desanimar por causa de nossas fraquezas e limitações.
O brilhar diante dos homens se refere à força testemunhal dos cristãos que buscam algo diferente para as suas vidas. Não é algo revestido de orgulho ou vaidade. Para vivermos a nossa fé, precisamos ser humildes, realistas conosco mesmos. A fé é a verdadeira aceitação do plano de Deus em nossa vida. Se não formos verdadeiros não aceitaremos plenamente o que Ele nos pede.
Não existe nada mais básico na natureza do que o sal e a luz. Precisamos da luz e do sal para nossa sobrevivência. O cristão que vive a realidade do evangelho, ou seja,     se
deixa transformar pela palavra, se tornará um sinal visível, um referencial para os que estão perdidos. Hoje infelizmente são muitos que estão “anestesiados” pela grande mídia que dita regras de como se viver e o que consumir. Estamos dentro da ditadura do relativismo. Chegou o momento de mostrarmos ao mundo qual é o sentido mais profundo de nossa existência. Não estamos aqui como uma mera coincidência. Deus nos ama e é para Ele que vamos após esta vida. Cada dia que passa estamos mais felizes porque estamos mais perto da felicidade eterna.
A luz existe por causa das trevas.  Ela irá aparecer mais dentro da obscuridade. A nossa sociedade está se tornando desumanizada. Não há mais lugar para o verdadeiro amor altruísta proposto por Jesus. Falta o tempero da verdadeira alegria de nos considerarmos filhos muito amados de Deus. Iluminar as trevas é levar a luz do amor de Deus ao mundo obscurecido pelo pecado.
O cristão é chamado a transformar o local, o ambiente onde ele se encontra dando um objetivo mais profundo a sua vida e a de seus irmãos. As nossas obras devem ser motivo de louvor a Deus. Mesmo que a maioria faça o contrário, precisamos ser concretizadores da justiça. É nosso dever de cristãos crermos que o mundo pode ser melhor com nossa pequena parcela de bem que vamos realizando.


“Senhor Jesus, que sejamos sinal de seu amor no mundo.”





segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

As bem-aventuranças

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“SOMOS BEM-AVENTURADOS NO MOMENTO EM QUE VENCEMOS NOSSO EGOÍSMO E NOS PREOCUPAMOS COM A EDIFICAÇÃO DE NOSSOS IRMÃOS”.



Estamos dentro de uma realidade marcada pelo individualismo. A proposta de Jesus Cristo é um verdadeiro antídoto ao fechamento em nós mesmos. Ele nos apresenta o belíssimo ensinamento das bem-aventuranças. Nelas encontramos um resumo do bem que iremos receber se formos contra nós mesmos e tentarmos concretizar a doutrina do Reino dentro de nossa realidade. A princípio os cristãos serão sempre perdedores. Quem faz o bem não é bem visto inicialmente pela sociedade. A recompensa virá depois quando encerrarmos a nossa vida mortal e formos para a eternidade. A visão do eterno não pode ser afastada de nossas vistas porque o materialismo é extremamente perigoso. Ele pode fechar o nosso coração ao essencial e fazermos caminhar longe de Deus.

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EVANGELHO (Mt 05, 01-12):

Naquele tempo, vendo Jesus as multidões, subiu ao monte e sentou-se. Os discípulos aproximaram-se, e Jesus começou a ensiná-los: “bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o reino dos céus. bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados. Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra. Bem-aventurados os que tem fome e sede de justiça, porque serão saciados. Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus. Bem-aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus. Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus. Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem, e mentindo, disserem todo tipo de mal contra vós, por causa de mim. Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus”.

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“Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus”.

Quando lemos e refletimos sobre esta passagem bastante conhecida do Evangelho, podemos colocar os nossos olhos mais no futuro do que no presente. Na realidade a doutrina das bem-aventuranças é uma aplicação no momento presente de nossa vida em vista de uma realização futura. Aqueles que praticarem o bem e a justiça darão início a um processo de realização e felicidade que terá seu coroamento na eternidade.
A idéia que a sociedade nos passa é totalmente contrária ao que Cristo nos apresenta. Se invertermos as bem-aventuranças vamos perceber qual é a idéia de felicidade que o mundo apresenta. A base da dominação ideológica que enfrentamos hoje é o imediatismo. Uma casca frágil que conduz o homem à sua própria ruína. Jesus exige de nós que ultrapassemos esta casca e irmos ao encontro do essencial.
Através da oração estaremos atentos ao que Deus planejou para nós. Poderemos vencer as dificuldades que surgem em nossa vida e nos mantermos perseverantes na Fé. O surgimento de tantas seitas que falam de Cristo, a maioria delas com uma interpretação equivocada de sua doutrina, é um sinal de que queremos respostas imediatas e que não entendemos o sentido da construção do reino de Deus. Para seguirmos a Cristo precisamos viver um processo lento e progressivo de conversão ao amor. Receber o amor de Deus e saber distribuí-lo aos mais empobrecidos por esta realidade egoísta.
O sofrimento faz parte de nossa vida e deve ser visto de uma forma diferente dentro de um plano maior de Deus que se serve de nossas limitações para nos ensinar quem somos. Quando oferecido a Deus pode se tornar um instrumento de salvação para nós e para nossos irmãos.
A alegria oferecida por Jesus não é fruto do egoísmo. Vem de um projeto de vida que se reparte na comunidade. Através da vivência do espírito comunitário poderemos vencer as más-aventuranças que nos são oferecidas pela mágica do marketing que tem o poder de nos apresentar o mal como bem e o bem como mal.

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“Senhor Jesus fazei que possamos nos abrir cada vez mais ao seu plano de amor”.



terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Discípulos mais fiéis no anúncio e propagação do Reino de Deus

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“NOSSO PROCESSO DE CONVERSÃO NOS TORNA MISSIONÁRIOS E DISCÍPULOS DE JESUS CRISTO".
Estamos em um mundo cheio de competição e individualismo. Jesus vem nos mostrar que somos responsáveis pela transformação do mundo através de nosso testemunho de amor e solidariedade. Jesus pede a todos que aconteça a conversão e a aceitação do Evangelho: A “boa notícia” da presença amorosa de Deus em nosso meio. Conversão é retorno ao essencial. Reconhecimento do Criador que nos assiste como suas criaturas. Termos a capacidade de nos sentirmos amados por Deus transmitindo esta realidade aos nossos irmãos. Nós assumimos hoje o lugar dos discípulos de Jesus que estavam no mar da Galiléia. Devemos deixar as nossas redes, as nossas seguranças, para realizar o que o Senhor nos pede dentro da realidade que vivemos.

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EVANGELHO (Mt 04, 12-23):
Ao saber que João tinha sido preso, Jesus voltou para a Galiléia. Deixou Nazaré e foi morar em Cafarnaum, que fica às margens do mar da Galiléia, no território de Zabulon e Neftali, para se cumprir o que foi dito pelo profeta Isaías: “Terra de Zabulon, terra de Neftali, caminho do mar, região do outro lado do rio Jordão, Galiléia dos pagãos! O povo que vivia nas trevas viu uma grande luz e para os que viviam na região escura da morte brilhou uma luz”. Daí em diante Jesus começou a pregar dizendo: “Convertei-vos, porque o reino dos céus está próximo”. Quando Jesus andava a beira do mar da Galiléia, viu dois irmãos: Simão, chamado Pedro, e seu irmão André. Estavam lançando a rede ao mar, pois eram pescadores. Jesus disse a eles: “Segui-me, e eu farei de vós pescadores de homens”. Eles, imediatamente, deixaram as redes e o seguiram. Caminhando um pouco mais, Jesus viu outros dois irmãos: Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João. Estavam na barca com seu pai Zebedeu consertando as redes. Jesus os chamou. Eles, imediatamente deixaram a barca e o pai, e o seguiram. Jesus andava por toda a Galiléia, ensinando em suas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando todo tipo de doença e enfermidade do povo.

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“Convertei-vos, porque o reino dos céus está próximo”.

Jesus inicia sua pregação pública após a prisão de João Batista. Ele assume o posto dele no anúncio da Boa Nova da Salvação. Nos fala da necessidade de buscarmos a conversão porque o reino dos céus está próximo.
O tema sobre a conversão é apresentado várias vezes na história do povo de Israel e também dentro do cristianismo. É uma atitude de “retorno ao objetivo de nossa existência”. É ter consciência de nossa origem e de nosso destino. Deus nos criou para Ele. Quando percebemos esta realidade, iremos selecionar os valores de nossa vida. Vamos escolher o bem e nos afastar do mal. As pessoas hoje se afastam de Deus e se tornam infelizes sendo que só nele encontraremos o único motivo da nossa verdadeira realização. A pessoa vivendo na iniquidade ou indiferença ao Criador se fecha sobre si mesma iniciando já nesta vida um processo de deteriorização de sua vida.
É interessante perceber que Jesus vai à busca de outros discípulos que irão se associar em sua obra. Eles são homens simples que estão na atividade da pesca. Eles, ao serem convidados por Jesus, deixam tudo imediatamente. Vemos uma grande disponibilidade ao que o Senhor lhes pede. O chamado de Jesus é um grande mistério que exige de nossa parte muita humildade, fé e despojamento. O que estes homens viram em Jesus para tomarem uma atitude tão radical em suas vidas? Será que hoje nós, sabendo de tudo o que se passou, somos capazes de abandonar as redes de nossas seguranças pessoais para seguirmos a Jesus com amor? O que está nos faltando para iniciarmos já nesta vida a vivermos a ressurreição? Ser cristão é ser um agente do bem no meio do mal instalado no mundo pelo egoísmo.
Quando nos decidimos seguir a Cristo, estamos decidindo a renúncia de tantas coisas que achamos que sejam essenciais em nossa vida. Não há lugar para o egoísmo quando abraçamos a causa do reino de Deus. O apego ao desnecessário nos torna frios ao amor de Deus. Ele nos quer mais felizes do que somos. Quer que façamos parte integrante de sua felicidade. Percebemos que Deus não se conforma com nosso jeito de ser, pois Ele sabe exatamente o que nos espera na eternidade.
Jesus está presente em nossa vida nos convidando continuamente a lhe seguir. Precisamos iniciar o quanto antes nosso processo de conversão através da oração sistemática que vence o imediatismo de nossas más inclinações. Não existe verdadeira conversão sem uma oração assídua que procura entender o projeto de Deus e ao mesmo tempo se coloca ao seu serviço.
Seremos mais felizes se deixarmos tudo e reconhecermos que somos profundamente amados por Deus.


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 “Senhor Jesus, queremos segui-lo com amor e alegria em todos momentos de nossa vida.”