segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Jesus e Zaqueu

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“PARA VER JESUS PRECISAMOS SER HUMILDES”.

As atitudes de Jesus estão sempre relacionadas com a salvação das pessoas. Jesus não olha para o nosso passado, ele quer que digamos o nosso sim ao Reinado de Deus. Ele recuperou muitas pessoas que eram consideradas de segunda categoria para o povo pela sua situação de pecado frente à comunidade. Os cobradores de impostos eram tidos como pecadores públicos por se aproveitarem da opressão do povo para se enriquecer. Os cristãos não podem se perder nas aparências, mas sim no sentido profundo que cada pessoa representa para Deus que nos criou para Ele.




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EVANGELHO (Lc 19, 01-10):

Naquele tempo, Jesus tinha entrado em Jericó e estava atravessando a cidade. Havia ali um homem chamado Zaqueu, que era chefe dos cobradores de impostos e muito rico. Zaqueu procurava ver quem era Jesus, mas não conseguia, por causa da multidão, pois era muito baixo. Então ele correu à frente e subiu numa figueira para ver Jesus, que devia passar por ali. Quando Jesus chegou ao lugar, olhou para cima e disse: “Zaqueu desce depressa! Hoje eu devo ficar na tua casa”. Ele desceu depressa, e recebeu Jesus com alegria. Ao ver isso, todos começaram a murmurar dizendo: “Ele foi hospedar-se na casa de um pecador!” Zaqueu ficou de pé, e disse ao Senhor: “Senhor, eu dou a metade dos meus bens aos pobres, e se defraudei alguém, vou devolver quatro vezes mais”. Jesus lhes disse: “Hoje a salvação entrou nesta casa, porque também este homem é um filho de Abraão. Com efeito, o filho do homem veio procurar e salvar o que estava perdido”.


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“O filho do homem veio procurar e salvar o que estava perdido”.

O fato apresentado neste trecho do evangelho é de grande significado para nós hoje. Muitas vezes temos facilidade para condenar os nossos irmãos pelas suas atitudes e não vemos o que eles têm de melhor para nos oferecer: o que está dentro de seus corações. Deus ama a todos da mesma forma. Ele nos apresenta o que está errado para melhorarmos e sermos mais felizes.
Zaqueu quer ver Jesus. Esta sua tentativa vai levá-lo à conversão. Ele irá mudar de vida quando se percebe acolhido por Jesus. Provavelmente este homem devia ter um certo reconhecimento pela sociedade, embora tenha sido rejeitado pela comunidade judaica por ser cobrador de impostos. Mesmo assim ele vai subir em uma árvore pelo seu ímpeto de ver Jesus. Não era algo comum para um homem rico e poderoso fazer. Esta atitude de humildade e desprendimento irá ser reconhecida por Jesus que se auto convida para ir em sua residência. Jesus entra em sua casa, na sua intimidade, irá fazer uma refeição com ele. É uma postura que causa uma grande surpresa em Zaqueu.
A conversão de Zaqueu acontece quando ele se propõe a dar parte de seus bens aos pobres. Ele percebe outro valor muito maior em sua vida do que os bens materiais lhe ofereciam. O desapego leva à humildade e a humildade leva à santidade.
O cristianismo se define pela acolhida do outro, mesmo que ele seja diferente. O cristão deve amar sem medidas. Deve ser um especialista na visão de profundidade em relação a pessoa humana. Quando fomos batizados, recebemos a graça de configurar a nossa vida com a vida de Jesus que é nosso irmão.
O seguimento de Jesus sempre será o nosso maior desafio porque todos somos profundamente limitados. Por esta razão não somos juízes de nossos irmãos, mas devemos ajudar a todos a carregarem a sua cruz até a vida definitiva que nos espera.


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“Senhor Jesus fazei que tenhamos sempre coragem de recebê-lo em nossa casa e sermos transformados pelo vosso amor.”

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

A oração do publicano e do fariseu

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 “A HUMILDADE É ANDAR NA VERDADE”.

Santa Teresa de Jesus nos diz esta frase depois de sua longa experiência de vida no Carmelo. A virtude da humildade passa a ser a chave de nosso relacionamento com Deus. Por meio dela nos abrimos a Fé e passamos a desconfiar de nossas forças para confiarmos na força da Graça de Deus. Nós somos sujeitos a falhas como pessoas humanas, mas devemos sempre seguir em frente com nossa missão sem nunca desanimar. Quando somos humildes diante de Deus, estamos colocando a nossa confiança só em sua pessoa e deixamos nosso egoísmo em segundo lugar. Deixamos de lado nossos planos pessoais para absorvermos o que Ele quer de nós.





EVANGELHO (Lc 18, 09-14):

Naquele tempo, Jesus contou esta parábola para alguns que confiavam na sua própria justiça e desprezavam os outros: “Dois homens subiram ao templo para rezar: um era fariseu, o outro cobrador de impostos. O fariseu, de pé, rezava assim em seu íntimo: ‘Ó Deus, eu te agradeço porque não sou como os outros homens, ladrões, desonestos, adúlteros, nem como este cobrador de impostos. Eu jejuo duas vezes por semana, e dou o dízimo de toda a minha renda’. O cobrador de impostos, porém, ficou à distância, e nem se atrevia a levantar os olhos para o céu; mas batia no peito dizendo: ‘Meu Deus, tem piedade de mim que sou pecador!’ Eu vos digo: este último voltou para casa justificado, o outro não. Pois quem se eleva será humilhado, e quem se humilha será elevado”.

“Meu Deus, tem piedade de mim que sou pecador!”

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O reconhecimento das suas limitações da parte do pecador, nesta passagem do evangelho, faz com que ele saia mais justificado da oração do que aquele que se considerava justo diante de Deus. Na realidade Deus não quer uma perfeição infértil de amor em nossa vida. Mesmo que tenhamos cometido muitas vezes grandes falhas. Se formos humildes iremos nos levantar e ver o bem que podemos fazer. Deus nos ama acima de nossas limitações. Ele sabe o quanto somos frágeis, mas deseja que todos participem de sua eterna felicidade.
A passagem do evangelho é muito semelhante a parábola do filho pródigo. Aquele que mais ama é o mais feliz. Deus quer ver a nossa motivação em fazer o bem e não as falhas que acontecem nos percalços de nossa vida. O que conta é a fonte das nossas intenções que está no fundo de nosso ser. Podemos até fazer boas coisas de forma aparente, mas elas podem não ser para nosso bem. São ações isoladas de nossa vida.
Reconhecer o que somos diante de Deus é fruto da verdadeira oração que deve fazer que nós cresçamos nas virtudes. A nossa vida não pode estar alienada da realidade do que somos. Quanto mais rezamos mais percebemos a presença amorosa de Deus que é infinitamente misericordioso.
A oração do fariseu estava recheada de orgulho e soberba. Ela nos transparece a independência de Deus Criador de todas as coisas que ama o justo e o pecador e quer que todos, sem exceção, façam parte de sua felicidade.
Não podemos nos culpar e nem nos exaltar, mas devemos entregar nossa vida a Deus. Devemos ter certeza de que Ele é o mais interessado pela nossa salvação. Na realidade quando nos comunicamos com Deus nos abrimos ao amor do próximo. A falta de oração no mundo é causadora de tantos males, porque o homem se afasta de seu princípio vital e segue seu caminho independente do que dá sentido a sua vida.
Quem se eleva será humilhado, porque jamais abrirá espaço para o fundamental. O orgulho nos afasta e nos impede a comunicação com Deus. A pessoa que procura praticar a humildade favorece a ação de Deus em sua vida. Irá procurar uma comunicação de amizade. A partir deste momento acontece a transformação da pessoa.
Se a oração do fariseu fosse verdadeira, ele se voltaria para o pecador e faria o possível para que ele mudasse de vida. Ele tentaria promover e ser solidário com o irmão. Tudo o que o Senhor nos dá não nos pertence, mas deve ser colocado na promoção solidária do outro. 

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“Senhor, fazei que sejamos sempre humildes para aceitarmos o seu plano de amor em nossa vida”.

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

O poder da oração perseverante

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“A ORAÇÃO PERSEVERANTE É FONTE DE CRESCIMENTO NA FÉ”.

A oração nos aproxima mais da grande verdade: “Somos profundamente amados por Deus que nos criou para convivermos eternamente com Ele”. Devemos pedir e agradecer constantemente ao Senhor. Ele sabe das nossas necessidades mais profundas. O Evangelho da liturgia dominical nos propõe uma oração persistente e confiante. Ainda não estamos nos comunicando o suficiente com o nosso Criador. Por esta razão enfrentamos muitas dificuldades de relacionamento conosco mesmo e com nossos irmãos. Estamos passando por uma grande crise de afeto e relação interpessoal. Deus é amor e comunicação. Ele deseja que nós façamos parte de sua vida e de sua felicidade. Pedir com insistência é confiar que o Senhor irá realizar aquilo que for melhor para nós.

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EVANGELHO (Lc 18, 01-08):
Naquele tempo, Jesus contou aos discípulos uma parábola, para mostrar-lhes a necessidade de rezar sempre, e nunca desistir, dizendo: “Numa cidade havia um juiz que não temia a Deus, e não respeitava homem algum. Na mesma cidade havia uma viúva, que vinha à procura do juiz, pedindo: ‘Faze-me justiça contra o meu adversário!’ Durante muito tempo, o juiz se recusou. Por fim, ele pensou: ‘Eu não temo a Deus, e não respeito homem algum. Mas esta viúva já me está aborrecendo. Vou fazer-lhe justiça, para que ela não venha a agredir-me!’” E o Senhor acrescentou: “Escutai o que diz este juiz injusto. E Deus, não fará justiça aos seus escolhidos, que dia e noite gritam por ele? Será que vai fazê-los esperar? Eu vos digo que Deus lhes fará justiça bem depressa. Mas o Filho do homem, quando vier, será que ainda vai encontrar fé sobre a terra?”

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“E Deus, não fará justiça aos seus escolhidos, que dia e noite gritam por ele?”
Muitas vezes nos “queixamos” de que o Senhor não nos atende. Mas não percebemos que Ele sabe exatamente o que é melhor para nós. Devemos pedir sempre que o projeto d’Ele se concretize em nossa vida. Descobrir o que o Senhor quer de nós e ter a coragem de concretizar sua vontade em nossa vida é nosso maior desafio. A verdadeira oração nos faz crescer nas virtudes e nos abre ao projeto de Deus. Ela nos dá coragem para fazermos o que o Senhor nos pede. A nossa vida sempre vai ser o termômetro da oração que existe como da oração que falta. O concreto de nossa vida de oração se manifesta em nossa vida fraterna na capacidade de partilha tanto dos bens materiais como espirituais com nossos irmãos. O alimento eucarístico nos leva ao amor entre nós. Sem amor e alegria não existe vida cristã.
Orar sempre é desejar estar sempre em comunicação com Deus, independente de nossas condições. Erramos quando queremos fazer da oração uma satisfação de nossos desejos que nem sempre são os melhores para nossa vida. Há muitas pregações hoje que nos justificam e não nos levam ao encontro com a cruz que é a ponte que nos leva a verdadeira felicidade.
Através da comparação que Jesus faz no Evangelho, podemos perceber que se um homem que não é justo acaba fazendo justiça, pela insistência da mulher que o pedia, quanto mais Deus que é pura bondade não irá fazer aquilo que realmente necessitamos.
A oração é um desafio que nos leva a uma vivência mais profunda da Fé. Ela deve envolver toda vida da pessoa. Ter fé é entrar em processo de aceitação da vontade misteriosa de Deus em nossa vida. O que importa na oração não é o tempo, mas a qualidade de comunicação. Podemos nos servir da comparação dos namorados que se amam e muitas vezes por um simples olhar já se comunicam profundamente. O amor é um sentimento interno de entrega. Quando oramos de verdade, estamos entregando a nossa vida ao Senhor.
A oração se divide em dois tipos fundamentais: A oração exercício que é o nosso esforço devocional e a oração-vida ou contemplativa que vai ser fruto desse esforço em nos abrirmos à ação da Graça de Deus em nós.
Santa Teresa de Jesus se converte na e pela oração como um diálogo, como algo inovador que sempre nos transforma em nosso jeito de amar. A comunicação com o divino de Deus vai nos divinizando num processo de amorização. Os nossos valores são transformados no que Deus deseja para nós. A verdadeira oração nos torna mais virtuosos na prática do bem e na superação de nós mesmos. Por esta razão os valores do Evangelho começam a fazer parte de nossa vida e passamos a amar o que Deus ama. A viver o que Deus vive.
Necessitamos sempre da oração em todos os momentos de nossa vida. Ela sempre vai nos dizer o que somos e o que devemos fazer para sermos instrumentos de santificação para a Igreja. A oração sempre deve nos levar a um aspecto solidário e comunitário. Ela sempre nos compromete com a realidade do outro e da comunidade.

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“Nós lhe pedimos Senhor a capacidade de crescermos sempre em nossa comunicação convosco.”




segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Os dez leprosos

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“O AGRADECIMENTO FAZ PARTE DA VIDA DAQUELES QUE SÃO HUMILDES E RECONHECEM OS IMENSOS BENEFÍCIOS QUE O SENHOR NOS DÁ CONSTANTEMENTE”.

Uma das atitudes piores que se pode ter como ser humano é a ingratidão. É não sermos gratos por algo recebido. O evangelho deste domingo nos mostra que só um dos dez leprosos que Jesus cura volta para agradecer. Por mais que agradecêssemos a Deus os benefícios recebidos por Ele seriam insuficientes pelo imenso amor e bondade que tem pelas suas criaturas. Neste mês missionário vamos rezar por aqueles que souberam deixar muitas coisas para seguir a Jesus.




EVANGELHO (Lc 17, 11-19):

Aconteceu que, caminhando para Jerusalém, Jesus passava entre a Samaria e a Galiléia. Quando estava para entrar num povoado, dez leprosos vieram ao seu encontro. Pararam a distância, e gritaram: “Jesus, mestre, tem compaixão de nós!” Ao vê-los, Jesus disse: “Ide apresentar-vos aos sacerdotes”. Enquanto caminhavam, aconteceu que ficaram curados. Um deles, ao perceber que estava curado, voltou glorificando a Deus em alta voz; atirou-se aos pés de Jesus, com o rosto por terra, e lhe agradeceu. E este era um samaritano. Então Jesus lhe perguntou: “Não foram dez os curados? E os outros nove, onde estão? Não houve quem voltasse para dar glória a Deus, a não ser este estrangeiro?” E disse-lhe: “Levanta-te e vai! Tua fé te salvou”.

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“Não houve quem voltasse para dar glória a Deus, a não ser este estrangeiro?”

A  cura que Jesus deseja, para os que lhe pedem com fé, é uma cura física e espiritual. Dez homens pedem para serem curados de um mal que lhes excluía da comunidade. Os leprosos eram considerados impuros e deveriam anunciar a todos a sua doença para que todos se afastassem deles. Hoje é impossível entendermos o que significava esta doença. O doente já se sente fragilizado pela doença. A exclusão é algo horrível que se une a dor da doença.
Eles recorrem a Jesus que lhes manda irem aos sacerdotes para se apresentarem e serem curados. Jesus não nega a aliança feita entre Deus e Moisés na revelação inicial. Respeita a apresentação que deveriam fazer aos sacerdotes para serem considerados puros. O fato é que eles são curados no caminho. Um deles é estrangeiro e provavelmente não entendia nada sobre a vivência religiosa do povo de Israel. Queria ser curado. Volta e se apresenta a Jesus para agradecê-lo pelo imenso benefício recebido. Jesus se admira da ingratidão dos outros nove que não vem reconhecer os benefícios recebidos e sabiam o motivo da cura porque eram israelitas. O que está fora da aliança vem com humildade agradecer ao Senhor. Este fato pode ser para nós uma lição. Estamos sempre com Jesus na sua Palavra e nos sacramentos, mas somos muitas vezes duros para agradecer a sua presença em nosso meio. Quantos benefícios nós já recebemos de Deus, mas muitas vezes somos indiferentes. Imagine por exemplo a santíssima Eucaristia?
No momento em que somos agradecidos a Deus nossa vida se transforma. No Evangelho foi um estrangeiro que não conhecia a lei de Israel que retorna para agradecer ao Senhor. O ato de conversão é sempre um retorno ao essencial. Esta narração é muito semelhante a parábola do bom samaritano. Também é um estrangeiro que pode fazer caridade ao homem jogado na estrada. Quais as conclusões que podemos extrair desta realidade? Talvez seja duro para nós reconhecer que os que ainda “não conhecem a Deus” tanto como nós conhecemos estão mais abertos a novidade do Reino de Deus. Estão mais livres para fazer o bem. Somos desafiados a termos uma vida mais profunda de oração para entendermos exatamente o que o Senhor deseja de nós.
Quem é racionalista vê a Deus como tendo a obrigação de fazer o bem. Pensa que Ele faz o que deve fazer. É o caso dos outros nove homens que foram curados. Foram ao templo cumprir com a lei e não voltaram para trás. Não foram capazes de perceber que era o próprio Deus que os curava na pessoa de Jesus. Ler os Sinais da presença de Deus é fundamental para sermos agradecidos a Deus.
Aquele que tem uma visão de Deus no sentido de ser o nosso Criador, que sempre utiliza alguma oportunidade para se manifestar através de seu amor, percebe Deus na sua Graça.
Quem obedece a Deus baseando-se somente em normas, limita o seu agradecimento. O que obedece a Deus por amor não tem limites em sua ação para que Ele seja amado e conhecido. O reconhecer o amor de Deus é fundamental para fazermos sua vontade pelo imenso amor que sentimos em nosso coração.
Devemos louvar e agradecer sempre aquilo que o Senhor nos dá constantemente. Só o fato de termos sido chamados à existência já bastaria para transformarmos a nossa vida em um perene louvor.
Jesus convida o homem curado a se levantar e justifica a sua cura através da fé. Os nove homens que seguiram em frente também pediram a cura, mas não voltaram. Precisamos retornar e perceber que o Senhor tem nos curado em muitos momentos de nossa vida. Que Ele sempre esteve presente no meio de nós. Ele deseja que nós sejamos salvos de nossas próprias limitações que nos arrastam a viver no individualismo.

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"Obrigado Senhor por tudo, pela vida presente e pela vida futura que nos preparastes desde sempre para sermos eternamente felizes”.