segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

NOVAS REGRAS PARA SER FELIZ



“OS CRISTÃOS SEGUEM UM NOVO ESTILO DE VIDA BASEADO NO AMOR E NA SOLIDARIEDADE”

O seguimento de Jesus sempre será um grande desafio. Podemos perceber que existem duas filosofias ou formas de vida na sociedade: os que vivem em função de si mesmos e os que acreditam na proposta solidária de Jesus. Ter fé é superar-se a si mesmo para concretizar na vida a proposta de Jesus. O evangelho deste domingo é um desafio maior. É um passo mais adiante do que o normal. O cristão não é um mero espectador de produtos propostos pela mídia. Ele deve construir um mundo diferente. Dar testemunho da alegria da presença de Jesus Cristo vivo no meio de nós.


 


EVANGELHO (Mt 05, 20-22.27-28.33-34.37):

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: “Se a vossa justiça não for maior que a justiça dos mestres da lei e dos fariseus, vós não entrareis no reino dos céus. Vós ouvistes o que foi dito aos antigos: ‘Não matarás! Quem matar será condenado pelo tribunal’. Eu, porém, vos digo: todo aquele que se encoleriza com seu irmão será réu em juízo; quem disser ao seu irmão ‘patife!’ será condenado pelo tribunal; quem chamar o irmão de ‘tolo’ será condenado ao fogo do inferno. Ouviste o que foi dito: ‘Não cometerás adultério’. Eu, porém, vos digo: todo aquele que olhar para uma mulher com o desejo de possuí-la já cometeu adultério com ela em seu coração. Vós ouvistes também o que foi dito aos antigos: ‘Não jurarás falso’, mas ‘cumprirás os teus juramentos feitos ao Senhor’. Eu, porém vos digo, não jureis de modo algum: nem pelo céu, porque é trono de Deus. Seja o vosso ‘sim’ ‘sim’ e o vosso ‘não’ ‘não’. Tudo o que for além vem do maligno”.


“Se a vossa justiça não for maior que a justiça dos mestres da lei e dos fariseus, vós não entrareis no reino dos céus”.

A novidade que Jesus nos apresenta supera o que se tentava viver na lei de Moisés. É algo mais profundo e exigente. Talvez por isto que a sociedade tenha dificuldade para entender a Igreja que nos traduz a Palavra de Deus para os nossos tempos. Por que somente a Igreja é perseguida pela mídia? Quando nos aprofundamos no que Jesus nos propõe deixamos de ser consumistas de coisas inúteis. Podemos dizer que saímos dos trilhos do que a sociedade nos propõe e começamos a perceber o que é útil e o que é inútil para nossas vidas.
Jesus fez o máximo para nós. Ele é o Verbo de Deus e sofreu uma morte horrível para que nós pudéssemos ter vida. Quando começamos a meditar esta realidade as coisas do mundo passam a ser relativas e queremos concretizar em nossa vida os valores que o Senhor nos apresenta. Jesus foi radical consigo mesmo em seu plano de amor. Da mesma forma devemos ser radicais com o anúncio do Reino. Não podemos ter medo, pois logo não estaremos mais neste mundo.
No evangelho Jesus nos fala que ele não veio abolir o que já tinha sido revelado aos antigos, mas veio trazer uma maior perfeição em sua interpretação. A partir deste momento iremos viver o amor exigente. A nossa opção não pode ser misturada com outros pensamentos. Os cristãos de verdade não aceitam as coisas fáceis que o mundo apresenta. Na realidade somos convidados a viver o martírio. Um testemunho que muitas vezes nos levará a marginalidade da sociedade. Estamos no mundo, mas não somos do mundo.
Jesus exige que nossa palavra seja autêntica e que nós sejamos amantes da verdade. A pessoa verdadeira reluz em meio a este mundo marcado pela mentira das satisfações momentâneas. Na realidade estamos em uma batalha em favor do bem contra o mal. Este mal que está no mundo muitas vezes aparenta um bem por esta razão devemos recorrer constantemente ao Divino Espírito Santo para que nos ajude a superar tudo o que é passageiro e buscar as coisas de Deus que não irão passar jamais.


“Senhor Jesus, precisamos de sua ajuda para superarmos o nosso egoísmo e praticarmos o bem em nossa vida.”


segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

CRISTÃO SAL E LUZ


“O TESTEMUNHO DOS CRISTÃOS É FONTE DE TRANSFORMAÇÃO DA REALIDADE”.

O grande desenvolvimento do mundo moderno, os avanços tecnológicos em todas as áreas, nos interroga profundamente sobre a nossa missão de cristãos dentro do mundo. Qual é a finalidade de nosso batismo? O que poderemos fazer para que o mundo seja melhor? Neste V Domingo do Tempo Comum, Jesus nos apresenta uma grande lição: o cristão vale mais pelo seu ser do que pelo seu fazer. Nós marcamos a história pelo nosso jeito, pela bondade dentro da maldade. Ser sal e luz é transformar a realidade de um estágio de egoísmo para um estágio de altruísmo. Devemos transbordar de alegria da paz que sentimos em nosso coração por nossa amizade com Jesus que supera nossas limitações e nossa dor.




EVANGELHO (Mt 05, 13-16):

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: “Vós sois o sal da terra. Ora, se o sal se tornar insosso, com que salgaremos? Ele não servirá para mais nada, senão para ser jogado fora e ser pisado pelos homens. Vós sois a luz do mundo. Não pode ficar escondida uma cidade construída sobre um monte. Ninguém acende uma lâmpada, e a coloca debaixo de uma vasilha, mas sim, num candeeiro, onde brilha para todos que estão na casa. Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e louvem o vosso pai que está nos céus”.




“Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e louvem o vosso pai que está nos céus”.

A missão do que adere ao plano de Jesus é dar testemunho de sua fé. Este testemunho é uma luz no meio das trevas. É um sal que modifica profundamente o sabor dos valores que o homem busca. É uma mudança radical de vida que nasce desde dentro da pessoa. Testemunhamos o que brota do fundo de nosso coração. Se formos bons de coração esta bondade sai de nós mesmos e nosso sorriso em meios as angústias que passamos passa a ser fonte de transformação.
O mundo necessita de santos. De pessoas que tenham um ideal forte. Uma fé viva que transforme a realidade. Buscar a santidade não é algo impossível, mas sim o dever de cada cristão que percebe o imenso valor de sua consagração batismal. Nunca podemos desanimar por causa de nossas fraquezas e limitações.
O brilhar diante dos homens se refere à força testemunhal dos cristãos que buscam algo diferente para as suas vidas. Não é algo revestido de orgulho ou vaidade. Para vivermos a nossa fé, precisamos ser humildes, realistas conosco mesmos. A fé é a verdadeira aceitação do plano de Deus em nossa vida. Se não formos verdadeiros não aceitaremos plenamente o que Ele nos pede.
Não existe nada mais básico na natureza do que o sal e a luz. Precisamos da luz e do sal para nossa sobrevivência. O cristão que vive a realidade do evangelho, ou seja,     se
deixa transformar pela palavra, se tornará um sinal visível, um referencial para os que estão perdidos. Hoje infelizmente são muitos que estão “anestesiados” pela grande mídia que dita regras de como se viver e o que consumir. Estamos dentro da ditadura do relativismo. Chegou o momento de mostrarmos ao mundo qual é o sentido mais profundo de nossa existência. Não estamos aqui como uma mera coincidência. Deus nos ama e é para Ele que vamos após esta vida. Cada dia que passa estamos mais felizes porque estamos mais perto da felicidade eterna.
A luz existe por causa das trevas.  Ela irá aparecer mais dentro da obscuridade. A nossa sociedade está se tornando desumanizada. Não há mais lugar para o verdadeiro amor altruísta proposto por Jesus. Falta o tempero da verdadeira alegria de nos considerarmos filhos muito amados de Deus. Iluminar as trevas é levar a luz do amor de Deus ao mundo obscurecido pelo pecado.
O cristão é chamado a transformar o local, o ambiente onde ele se encontra dando um objetivo mais profundo a sua vida e a de seus irmãos. As nossas obras devem ser motivo de louvor a Deus. Mesmo que a maioria faça o contrário, precisamos ser concretizadores da justiça. É nosso dever de cristãos crermos que o mundo pode ser melhor com nossa pequena parcela de bem que vamos realizando.

 


“Senhor Jesus, que sejamos sinal de seu amor no mundo.”





segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

APRESENTAÇÃO DO SENHOR





“JESUS É APRESENTADO NO TEMPLO PARA CUMPRIR COM A LEI E NOS DAR EXEMPLO DE OBEDIÊNCIA”.
                  
No próximo domingo celebramos o momento em que Jesus entra no Templo pela primeira vez e é apresentado. É a festa de sua consagração. Todos nós estamos comprometidos com o Senhor que nos ama e nos consagra para Ele. Esta festa acontece após quarenta dias da celebração do Santo Natal. Nela são abençoadas as velas sinal da luz de Cristo e de seu amor por todos nós que nos vem pela fé. Esta é um processo misterioso do plano de Deus em nossas vidas. Não estamos neste mundo caminhando “soltos”, sem origem e destino. Deus tem um plano maravilhoso para todos nós que é o eterno convívio com Ele.



EVANGELHO (Lc 02, 22-40):

Quando se completaram os dias para a purificação da mãe e do filho, conforme a Lei de Moisés, Maria e José levaram Jesus a Jerusalém, a fim de apresenta-lo ao Senhor. Conforme está escrito na Lei do Senhor: “Todo primogênito do sexo masculino deve ser consagrado ao Senhor”. Foram também oferecer o sacrifício – um par de rolas ou dois pombinhos – como está ordenado na Lei do Senhor. Em Jerusalém, havia um homem chamado Simeão, o qual era justo e piedoso, e esperava a consolação do povo de Israel. O Espírito Santo estava com ele e lhe havia anunciado que não morreria antes de ver o Messias que vem do Senhor. Movido pelo Espírito, Simeão veio ao templo. Quando os pais trouxeram o menino Jesus para cumprir o que a Lei ordenava, Simeão tomou o menino nos braços e bendisse a Deus: “ Agora, Senhor, conforme a tua promessa, podes deixar teu servo partir em paz; porque meus olhos viram a tua salvação, que preparaste diante de todos os povos: luz para iluminar as nações e glória do teu povo Israel”. O pai e a mãe de Jesus estavam admirados com o que diziam a respeito dele. Simeão os abençoou e disse a Maria, a mãe de Jesus: “Este menino vai ser causa tanto de queda como de reerguimento para muitos em Israel. Ele será um sinal de contradição. Assim serão revelados os pensamentos de muitos corações. Quanto a ti, uma espada te traspassará a alma”. Havia também uma profetisa, chamada Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Era de idade muito avançada; quando jovem, tinha sido casada e vivera sete anos com o marido. Depois ficara viúva, e agora já estava com oitenta e quatro anos. Não saía do templo, dia e noite servindo a Deus com jejuns e orações. Ana chegou nesse momento e pôs-se a louvar a Deus e a falar do menino a todos os que esperavam a libertação de Jerusalém. Depois de cumprirem tudo, conforme a Lei do Senhor, voltaram à Galiléia, para Nazaré, sua cidade. O menino crescia e tornava-se forte, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava com ele.



“O menino crescia e tornava-se forte, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava com ele”.

Não podemos imaginar o fato que este evangelho nos apresenta. Maria e José vão concretizar o que a Lei de Moisés ordenava sobre as crianças. Levando ao templo elas se tornavam parte do mistério de Deus. Estavam participando de toda a história de salvação e do esforço que Deus realizou para conduzir o seu povo da antiga aliança. É neste ambiente que Jesus é apresentado. No momento acontece com Ele o que não era comum. Duas pessoas, Simeão e Ana, que vivem segundo a vontade de Deus profetizam sobre sua vida.
O sinal de contradição que será Jesus fará parte de sua vida e de todos que quiserem segui-lo de forma radical. Não basta crermos em Deus se não assumirmos o seu projeto. O crer é assumir o seu plano na história. Os cristãos também irão se tornar um sinal de contradição dentro do mundo. São intragáveis pelo mundo egoísta que não suporta a atitude altruísta vivida e pedida por Jesus Cristo.
Vemos muitos fatos que acontecem de forma extraordinária desde o começo da caminhada histórica de Jesus que vão indicando que não se trata de algo simples. Jesus é o Cristo, é o enviado do Pai para nossa salvação. As primeiras comunidades cristãs, após pentecostes irão refletir sobre as diversas realidades que irão levar a Igreja nascente a um comprometimento cada vez maior com o plano de Deus.
Quando fomos batizados nos consagramos a Deus dentro de uma comunidade dos que acreditam nas mesmas verdades e somos impelidos a praticar o bem evitando tudo o que nos desune. O pecado não pode fazer parte de nossa existência, pois ele é uma contradição com aquilo que cremos e professamos. É uma ausência de amor em nossa vida.
Vemos também neste fato da apresentação a unidade da família no exemplo de Maria e José. Como é importante na concretização da vontade de Deus a presença de nossos pais. Eles nos passam as raízes de nossa afetividade. Percebemos na sociedade moderna tantas pessoas perdidas por falta de valores que são transmitidos basicamente pelos pais que são o ponto de harmonia existencial e afetivo de toda pessoa humana.
Devemos estar sempre atentos ao que o Senhor nos pede nos afastando do que destrói as nossas raízes especialmente os valores fundamentais que se encontram no evangelho e que vão nos transformando em criaturas novas.

 


“Obrigado Senhor pelo seu exemplo que nos arrasta a vivermos o amor dentro das contradições de nossa vida”.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

CONVERSÃO E DISCIPULADO


 


“NOSSO PROCESSO DE CONVERSÃO NOS TORNA MISSIONÁRIOS E DISCÍPULOS DE JESUS CRISTO".

Estamos em um mundo cheio de competição e individualismo. Jesus vem nos mostrar que somos responsáveis pela transformação do mundo através de nosso testemunho de amor e solidariedade. Jesus pede a todos que aconteça a conversão e a aceitação do Evangelho: A “boa notícia” da presença amorosa de Deus em nosso meio. Conversão é retorno ao essencial. Reconhecimento do Criador que nos assiste como suas criaturas. Termos a capacidade de nos sentirmos amados por Deus transmitindo esta realidade aos nossos irmãos. Nós assumimos hoje o lugar dos discípulos de Jesus que estavam no mar da Galiléia. Devemos deixar as nossas redes, as nossas seguranças, para realizar o que o Senhor nos pede dentro da realidade que vivemos.




EVANGELHO (Mt 04, 12-23):

Ao saber que João tinha sido preso, Jesus voltou para a Galiléia. Deixou Nazaré e foi morar em Cafarnaum, que fica às margens do mar da Galiléia, no território de Zabulon e Neftali, para se cumprir o que foi dito pelo profeta Isaías: “Terra de Zabulon, terra de Neftali, caminho do mar, região do outro lado do rio Jordão, Galiléia dos pagãos! O povo que vivia nas trevas viu uma grande luz e para os que viviam na região escura da morte brilhou uma luz”. Daí em diante Jesus começou a pregar dizendo: “Convertei-vos, porque o reino dos céus está próximo”. Quando Jesus andava a beira do mar da Galiléia, viu dois irmãos: Simão, chamado Pedro, e seu irmão André. Estavam lançando a rede ao mar, pois eram pescadores. Jesus disse a eles: “Segui-me, e eu farei de vós pescadores de homens”. Eles, imediatamente, deixaram as redes e o seguiram. Caminhando um pouco mais, Jesus viu outros dois irmãos: Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João. Estavam na barca com seu pai Zebedeu consertando as redes. Jesus os chamou. Eles, imediatamente deixaram a barca e o pai, e o seguiram. Jesus andava por toda a Galiléia, ensinando em suas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando todo tipo de doença e enfermidade do povo.



“Convertei-vos, porque o reino dos céus está próximo”.

Jesus inicia sua pregação pública após a prisão de João Batista. Ele assume o posto dele no anúncio da Boa Nova da Salvação. Nos fala da necessidade de buscarmos a conversão porque o reino dos céus está próximo.
O tema sobre a conversão é apresentado várias vezes na história do povo de Israel e também dentro do cristianismo. É uma atitude de “retorno ao objetivo de nossa existência”. É ter consciência de nossa origem e de nosso destino. Deus nos criou para Ele. Quando percebemos esta realidade, iremos selecionar os valores de nossa vida. Vamos escolher o bem e nos afastar do mal. As pessoas hoje se afastam de Deus e se tornam infelizes sendo que só nele encontraremos o único motivo da nossa verdadeira realização. A pessoa vivendo na iniquidade ou indiferença ao Criador se fecha sobre si mesma iniciando já nesta vida um processo de deteriorização de sua vida.
É interessante perceber que Jesus vai à busca de outros discípulos que irão se associar em sua obra. Eles são homens simples que estão na atividade da pesca. Eles, ao serem convidados por Jesus, deixam tudo imediatamente. Vemos uma grande disponibilidade ao que o Senhor lhes pede. O chamado de Jesus é um grande mistério que exige de nossa parte muita humildade, fé e despojamento. O que estes homens viram em Jesus para tomarem uma atitude tão radical em suas vidas? Será que hoje nós, sabendo de tudo o que se passou, somos capazes de abandonar as redes de nossas seguranças pessoais para seguirmos a Jesus com amor? O que está nos faltando para iniciarmos já nesta vida a vivermos a ressurreição? Ser cristão é ser um agente do bem no meio do mal instalado no mundo pelo egoísmo.
Quando nos decidimos seguir a Cristo, estamos decidindo a renúncia de tantas coisas que achamos que sejam essenciais em nossa vida. Não há lugar para o egoísmo quando abraçamos a causa do reino de Deus. O apego ao desnecessário nos torna frios ao amor de Deus. Ele nos quer mais felizes do que somos. Quer que façamos parte integrante de sua felicidade. Percebemos que Deus não se conforma com nosso jeito de ser, pois Ele sabe exatamente o que nos espera na eternidade.
Jesus está presente em nossa vida nos convidando continuamente a lhe seguir. Precisamos iniciar o quanto antes nosso processo de conversão através da oração sistemática que vence o imediatismo de nossas más inclinações. Não existe verdadeira conversão sem uma oração assídua que procura entender o projeto de Deus e ao mesmo tempo se coloca ao seu serviço.
Seremos mais felizes se deixarmos tudo e reconhecermos que somos profundamente amados por Deus.


 


“Senhor Jesus, queremos segui-lo com amor e alegria em todos momentos de nossa vida.”