segunda-feira, 21 de outubro de 2013

O FARISEU E O PUBLICANO


 


 “HUMILDADE É ANDAR NA VERDADE”.

Santa Teresa de Jesus nos diz esta frase depois de sua longa experiência de vida no Carmelo. A virtude da humildade passa a ser a chave de nosso relacionamento com Deus. Por meio dela nos abrimos a Fé e passamos a desconfiar de nossas forças para confiarmos na força da Graça de Deus. Nós somos sujeitos a falhas como pessoas humanas, mas devemos sempre seguir em frente com nossa missão sem nunca desanimar. Quando somos humildes diante de Deus, estamos colocando a nossa confiança só em sua pessoa e deixamos nosso egoísmo em segundo lugar. Deixamos de lado nossos planos pessoais para absorvermos o que Ele quer de nós.



EVANGELHO (Lc 18, 09-14):

Naquele tempo, Jesus contou esta parábola para alguns que confiavam na sua própria justiça e desprezavam os outros: “Dois homens subiram ao templo para rezar: um era fariseu, o outro cobrador de impostos. O fariseu, de pé, rezava assim em seu íntimo: ‘Ó Deus, eu te agradeço porque não sou como os outros homens, ladrões, desonestos, adúlteros, nem como este cobrador de impostos. Eu jejuo duas vezes por semana, e dou o dízimo de toda a minha renda’. O cobrador de impostos, porém, ficou à distância, e nem se atrevia a levantar os olhos para o céu; mas batia no peito dizendo: ‘Meu Deus, tem piedade de mim que sou pecador!’ Eu vos digo: este último voltou para casa justificado, o outro não. Pois quem se eleva será humilhado, e quem se humilha será elevado”.



“Meu Deus, tem piedade de mim que sou pecador!”

O reconhecimento das suas limitações da parte do pecador, nesta passagem do evangelho, faz com que ele saia mais justificado da oração do que aquele que se considerava justo diante de Deus. Na realidade Deus não quer uma perfeição infértil de amor em nossa vida. Mesmo que tenhamos cometido muitas vezes grandes falhas. Se formos humildes iremos nos levantar e ver o bem que podemos fazer. Deus nos ama acima de nossas limitações. Ele sabe o quanto somos frágeis, mas deseja que todos participem de sua eterna felicidade.
A passagem do evangelho é muito semelhante a parábola do filho pródigo. Aquele que mais ama é o mais feliz. Deus quer ver a nossa motivação em fazer o bem e não as falhas que acontecem nos percalços de nossa vida. O que conta é a fonte das nossas intenções que está no fundo de nosso ser. Podemos até fazer boas coisas de forma aparente, mas elas podem não ser para nosso bem. São ações isoladas de nossa vida.
Reconhecer o que somos diante de Deus é fruto da verdadeira oração que deve fazer que nós cresçamos nas virtudes. A nossa vida não pode estar alienada da realidade do que somos. Quanto mais rezamos mais percebemos a presença amorosa de Deus que é infinitamente misericordioso.
A oração do fariseu estava recheada de orgulho e soberba. Ela nos transparece a independência de Deus Criador de todas as coisas que ama o justo e o pecador e quer que todos, sem exceção, façam parte de sua felicidade.
Não podemos nos culpar e nem nos exaltar, mas devemos entregar nossa vida a Deus. Devemos ter certeza de que Ele é o mais interessado pela nossa salvação. Na realidade quando nos comunicamos com Deus nos abrimos ao amor do próximo. A falta de oração no mundo é causadora de tantos males, porque o homem se afasta de seu princípio vital e segue seu caminho independente do que dá sentido a sua vida.
Quem se eleva será humilhado, porque jamais abrirá espaço para o fundamental. O orgulho nos afasta e nos impede a comunicação com Deus. A pessoa que procura praticar a humildade favorece a ação de Deus em sua vida. Irá procurar uma comunicação de amizade. A partir deste momento acontece a transformação da pessoa.
Se a oração do fariseu fosse verdadeira, ele se voltaria para o pecador e faria o possível para que ele mudasse de vida. Ele tentaria promover e ser solidário com o irmão. Tudo o que o Senhor nos dá não nos pertence, mas deve ser colocado na promoção solidária do outro. 




“Senhor, fazei que sejamos sempre humildes para aceitarmos o seu plano de amor em nossa vida”.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

ORAÇÃO CONTÍNUA


 


“A ORAÇÃO PERSEVERANTE É FONTE DE CRESCIMENTO NA FÉ”.

A oração nos aproxima mais da grande verdade: “Somos profundamente amados por Deus que nos criou para convivermos eternamente com Ele”. Devemos pedir e agradecer constantemente ao Senhor. Ele sabe das nossas necessidades mais profundas. O Evangelho da liturgia dominical nos propõe uma oração persistente e confiante. Ainda não estamos nos comunicando o suficiente com o nosso Criador. Por esta razão enfrentamos muitas dificuldades de relacionamento conosco mesmo e com nossos irmãos. Estamos passando por uma grande crise de afeto e relação interpessoal. Deus é amor e comunicação. Ele deseja que nós façamos parte de sua vida e de sua felicidade. Pedir com insistência é confiar que o Senhor irá realizar aquilo que for melhor para nós.


EVANGELHO (Lc 18, 01-08):

Naquele tempo, Jesus contou aos discípulos uma parábola, para mostrar-lhes a necessidade de rezar sempre, e nunca desistir, dizendo: “Numa cidade havia um juiz que não temia a Deus, e não respeitava homem algum. Na mesma cidade havia uma viúva, que vinha à procura do juiz, pedindo: ‘Faze-me justiça contra o meu adversário!’ Durante muito tempo, o juiz se recusou. Por fim, ele pensou: ‘Eu não temo a Deus, e não respeito homem algum. Mas esta viúva já me está aborrecendo. Vou fazer-lhe justiça, para que ela não venha a agredir-me!’” E o Senhor acrescentou: “Escutai o que diz este juiz injusto. E Deus, não fará justiça aos seus escolhidos, que dia e noite gritam por ele? Será que vai fazê-los esperar? Eu vos digo que Deus lhes fará justiça bem depressa. Mas o Filho do homem, quando vier, será que ainda vai encontrar fé sobre a terra?”

 

“E Deus, não fará justiça aos seus escolhidos, que dia e noite gritam por ele?”

Muitas vezes nos “queixamos” de que o Senhor não nos atende. Mas não percebemos que Ele sabe exatamente o que é melhor para nós. Devemos pedir sempre que o projeto d’Ele se concretize em nossa vida. Descobrir o que o Senhor quer de nós e ter a coragem de concretizar sua vontade em nossa vida é nosso maior desafio. A verdadeira oração nos faz crescer nas virtudes e nos abre ao projeto de Deus. Ela nos dá coragem para fazermos o que o Senhor nos pede. A nossa vida sempre vai ser o termômetro da oração que existe como da oração que falta. O concreto de nossa vida de oração se manifesta em nossa vida fraterna na capacidade de partilha tanto dos bens materiais como espirituais com nossos irmãos. O alimento eucarístico nos leva ao amor entre nós. Sem amor e alegria não existe vida cristã.
Orar sempre é desejar estar sempre em comunicação com Deus, independente de nossas condições. Erramos quando queremos fazer da oração uma satisfação de nossos desejos que nem sempre são os melhores para nossa vida. Há muitas pregações hoje que nos justificam e não nos levam ao encontro com a cruz que é a ponte que nos leva a verdadeira felicidade.
Através da comparação que Jesus faz no Evangelho, podemos perceber que se um homem que não é justo acaba fazendo justiça, pela insistência da mulher que o pedia, quanto mais Deus que é pura bondade não irá fazer aquilo que realmente necessitamos.
A oração é um desafio que nos leva a uma vivência mais profunda da Fé. Ela deve envolver toda vida da pessoa. Ter fé é entrar em processo de aceitação da vontade misteriosa de Deus em nossa vida. O que importa na oração não é o tempo, mas a qualidade de comunicação. Podemos nos servir da comparação dos namorados que se amam e muitas vezes por um simples olhar já se comunicam profundamente. O amor é um sentimento interno de entrega. Quando oramos de verdade, estamos entregando a nossa vida ao Senhor.
A oração se divide em dois tipos fundamentais: A oração exercício que é o nosso esforço devocional e a oração-vida ou contemplativa que vai ser fruto desse esforço em nos abrirmos à ação da Graça de Deus em nós.
Santa Teresa de Jesus se converte na e pela oração como um diálogo, como algo inovador que sempre nos transforma em nosso jeito de amar. A comunicação com o divino de Deus vai nos divinizando num processo de amorização. Os nossos valores são transformados no que Deus deseja para nós. A verdadeira oração nos torna mais virtuosos na prática do bem e na superação de nós mesmos. Por esta razão os valores do Evangelho começam a fazer parte de nossa vida e passamos a amar o que Deus ama. A viver o que Deus vive.
Necessitamos sempre da oração em todos os momentos de nossa vida. Ela sempre vai nos dizer o que somos e o que devemos fazer para sermos instrumentos de santificação para a Igreja. A oração sempre deve nos levar a um aspecto solidário e comunitário. Ela sempre nos compromete com a realidade do outro e da comunidade.



“Nós lhe pedimos Senhor a capacidade de crescermos sempre em nossa comunicação convosco.”





quinta-feira, 10 de outubro de 2013

OS DEZ LEPROSOS




“O AGRADECIMENTO FAZ PARTE DA VIDA DAQUELES QUE SÃO HUMILDES E RECONHECEM OS IMENSOS BENEFÍCIOS QUE O SENHOR NOS DÁ CONSTANTEMENTE”.

Uma das atitudes piores que se pode ter como ser humano é a ingratidão. É não sermos gratos por algo recebido. O evangelho deste domingo nos mostra que só um dos dez leprosos que Jesus cura volta para agradecer. Por mais que agradecêssemos a Deus os benefícios recebidos por Ele seriam insuficientes pelo imenso amor e bondade que tem pelas suas criaturas. Neste mês missionário vamos rezar por aqueles que souberam deixar muitas coisas para seguir a Jesus.




EVANGELHO (Lc 17, 11-19):

Aconteceu que, caminhando para Jerusalém, Jesus passava entre a Samaria e a Galiléia. Quando estava para entrar num povoado, dez leprosos vieram ao seu encontro. Pararam a distância, e gritaram: “Jesus, mestre, tem compaixão de nós!” Ao vê-los, Jesus disse: “Ide apresentar-vos aos sacerdotes”. Enquanto caminhavam, aconteceu que ficaram curados. Um deles, ao perceber que estava curado, voltou glorificando a Deus em alta voz; atirou-se aos pés de Jesus, com o rosto por terra, e lhe agradeceu. E este era um samaritano. Então Jesus lhe perguntou: “Não foram dez os curados? E os outros nove, onde estão? Não houve quem voltasse para dar glória a Deus, a não ser este estrangeiro?” E disse-lhe: “Levanta-te e vai! Tua fé te salvou”.


“Não houve quem voltasse para dar glória a Deus, a não ser este estrangeiro?”

A  cura que Jesus deseja, para os que lhe pedem com fé, é uma cura física e espiritual. Dez homens pedem para serem curados de um mal que lhes excluía da comunidade. Os leprosos eram considerados impuros e deveriam anunciar a todos a sua doença para que todos se afastassem deles. Hoje é impossível entendermos o que significava esta doença. O doente já se sente fragilizado pela doença. A exclusão é algo horrível que se une a dor da doença.
Eles recorrem a Jesus que lhes manda irem aos sacerdotes para se apresentarem e serem curados. Jesus não nega a aliança feita entre Deus e Moisés na revelação inicial. Respeita a apresentação que deveriam fazer aos sacerdotes para serem considerados puros. O fato é que eles são curados no caminho. Um deles é estrangeiro e provavelmente não entendia nada sobre a vivência religiosa do povo de Israel. Queria ser curado. Volta e se apresenta a Jesus para agradecê-lo pelo imenso benefício recebido. Jesus se admira da ingratidão dos outros nove que não vem reconhecer os benefícios recebidos e sabiam o motivo da cura porque eram israelitas. O que está fora da aliança vem com humildade agradecer ao Senhor. Este fato pode ser para nós uma lição. Estamos sempre com Jesus na sua Palavra e nos sacramentos, mas somos muitas vezes duros para agradecer a sua presença em nosso meio. Quantos benefícios nós já recebemos de Deus, mas muitas vezes somos indiferentes. Imagine por exemplo a santíssima Eucaristia?
No momento em que somos agradecidos a Deus nossa vida se transforma. No Evangelho foi um estrangeiro que não conhecia a lei de Israel que retorna para agradecer ao Senhor. O ato de conversão é sempre um retorno ao essencial. Esta narração é muito semelhante a parábola do bom samaritano. Também é um estrangeiro que pode fazer caridade ao homem jogado na estrada. Quais as conclusões que podemos extrair desta realidade? Talvez seja duro para nós reconhecer que os que ainda “não conhecem a Deus” tanto como nós conhecemos estão mais abertos a novidade do Reino de Deus. Estão mais livres para fazer o bem. Somos desafiados a termos uma vida mais profunda de oração para entendermos exatamente o que o Senhor deseja de nós.
Quem é racionalista vê a Deus como tendo a obrigação de fazer o bem. Pensa que Ele faz o que deve fazer. É o caso dos outros nove homens que foram curados. Foram ao templo cumprir com a lei e não voltaram para trás. Não foram capazes de perceber que era o próprio Deus que os curava na pessoa de Jesus. Ler os Sinais da presença de Deus é fundamental para sermos agradecidos a Deus.
Aquele que tem uma visão de Deus no sentido de ser o nosso Criador, que sempre utiliza alguma oportunidade para se manifestar através de seu amor, percebe Deus na sua Graça.
Quem obedece a Deus baseando-se somente em normas, limita o seu agradecimento. O que obedece a Deus por amor não tem limites em sua ação para que Ele seja amado e conhecido. O reconhecer o amor de Deus é fundamental para fazermos sua vontade pelo imenso amor que sentimos em nosso coração.
Devemos louvar e agradecer sempre aquilo que o Senhor nos dá constantemente. Só o fato de termos sido chamados à existência já bastaria para transformarmos a nossa vida em um perene louvor.
Jesus convida o homem curado a se levantar e justifica a sua cura através da fé. Os nove homens que seguiram em frente também pediram a cura, mas não voltaram. Precisamos retornar e perceber que o Senhor tem nos curado em muitos momentos de nossa vida. Que Ele sempre esteve presente no meio de nós. Ele deseja que nós sejamos salvos de nossas próprias limitações que nos arrastam a viver no individualismo.




"Obrigado Senhor por tudo, pela vida presente e pela vida futura que nos preparastes desde sempre para sermos eternamente felizes”.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

NOSSA SENHORA APARECIDA


 

“NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO APARECIDA PROTEGEI O NOSSO BRASIL”.



O verdadeiro devoto de Maria jamais se perderá. Este ditado popular é muito importante para nós cristãos. Quando seguimos o exemplo de oração, humildade e obediência de Maria abrimos  o nosso coração para Deus nos tornando também cheios de graça. No próximo dia 12 de outubro celebramos com muita alegria a festa de Nossa Senhora Aparecida. Com o título de padroeira do Brasil. É um dia de muita alegria para nós que rezamos pela nossa nação e pelas nossas crianças. Ela nos ensina a sermos sensíveis ao projeto de amor que Deus tem para com cada pessoa.
Jesus nos deu Maria como mãe ao final de sua missão. Quando estava prestes a dar o que tinha de melhor para nós: a sua própria vida. Ele não se esqueceu da sua mãe que daquele momento em diante se tornaria a mãe de todos os que iriam assumir a doutrina do Reino de Deus (Jo 19, 25-27). Desde este mandato do próprio Senhor, Maria não se cansa de tentar nos levar à perfeição. Percebemos muitos milagres e aparições no mundo para levar as pessoas até a verdade. Uma destas tentativas é o fato dela se servir de uma simples imagem de barro para conceder tantas graças às pessoas simples que querem fazer a vontade de Deus. No livro do Gênesis vemos que Deus usou o barro, colocou seu sopro vital e o homem for formado (02, 07).  Interessante a coincidência da imagem de Aparecida ser feita de argila. A humildade de Maria nos leva a uma renovação. As coisas de Deus são simples, mas de grande significado. A humanidade fica fechada em seu próprio egoísmo e se perde em falsas ilusões. Através do racionalismo, uso da razão acima de qualquer coisa, a criatura se ilude pensando em ser criador perdendo o sentido de ser criatura.
Nossa Senhora sempre aparece nos momentos de dificuldades e perigos em nossa vida. Ela é a grande intercessora que nos ajuda a concretizarmos o Evangelho em nossa existência e a tomarmos consciência de que somos missionários. A Virgem Maria é modelo de virtude na aceitação da vontade de Deus.


 


"NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO APARECIDA”


Poucos brasileiros conhecem a história do início da devoção a Nossa Senhora Aparecida e o motivo de ser chamada por este nome. Vamos inicialmente apresentar alguns fatos históricos importantes.
O rio Paraíba, que nasce em São Paulo e deságua no litoral fluminense, era limpo e piscoso em 1717, quando os pescadores Domingos Garcia, Felipe Pedroso e João Alves resgataram a imagem de Nossa Senhora Aparecida de suas águas. Encarregados de garantir o almoço do Conde de Assumar, então governador da província de São Paulo, que visitava a Vila de Guaratinguetá. Eles subiram o rio e lançaram as redes sem muito sucesso próximo ao porto de Itaguaçu, até que recolheram o corpo da imagem. Na segunda tentativa, trouxeram a cabeça e, a partir desse momento, os peixes pareciam brotar ao redor do barco.
Durante 15 anos, Pedroso ficou com a imagem em sua casa, onde recebia várias pessoas para rezas e novenas. Mais tarde, a família construiu um oratório para a imagem, até que em 1735, o vigário de Guaratinguetá erigiu uma capela no alto do Morro dos Coqueiros. Como o número de fiéis fosse cada vez maior, teve início em 1834 a construção da chamada “Basílica Velha”. O ano de 1928 marcou a passagem do povoado nascido ao redor do Morro dos Coqueiros a município e, um ano depois, o papa Pio XI proclamava a santa como Rainha do Brasil e sua padroeira oficial.
A necessidade de um local maior para os romeiros era inevitável e em 1955 teve início a construção da Basílica Nova, que em tamanho só perde para a de São Pedro, no Vaticano. O arquiteto Benedito Calixto idealizou um edifício em forma de cruz grega, com 173m de comprimento por 168m de largura; as naves com 40 m e a cúpula com 70 m de altura, capaz de abrigar 45 mil pessoas. Os 272 mil metros quadrados de estacionamento comportam 4 mil ônibus e 6 mil carros. Tudo isso para atender cerca de 7 milhões de romeiros por ano.
Existem muitos milagres comprovados que aconteceram e acontecem pela intercessão da Mãe de Jesus. Não podemos como cristãos nos afastar da devoção a Mãe de Deus. Hoje existem tantas divisões porque nos afastamos do amor da Mãe.
Na vinda do Espírito Santo em Pentecostes, Maria estava presente. Também  foi pela ação d’Ele que ela concebeu, de forma extraordinária, o Filho de Deus. Toda esta realidade é comprovada pela Sagrada Escritura. Maria é a nova Eva que nos traz a Salvação pela sua fidelidade a Deus. Quando amamos o Filho, amamos a Mãe deste Filho que nos salvou pela sua gloriosa Paixão, Morte e Ressurreição.
A devoção a Nossa Senhora é totalmente ligada ao seguimento de Jesus Cristo. Ela nos ensina a concretizar a Palavra de Deus em nossas vidas.


“Senhora Aparecida ajudai o povo brasileiro a nunca se afastar da verdade e da busca do Reino de Deus”.